
Form Studies is a series of hands-on material investigations conducted in the model workshops at TU Delft. Working primarily with clay, plaster and foam, the studies explored how form emerges from material logic rather than from pre-determined geometry.
Each study began with a constraint — a specific material, a specific force, a specific scale — and proceeded through making rather than drawing. The results record a vocabulary of forms discovered through process: the way wet clay remembers a hand, the way plaster sets around air, the way foam compresses and springs back.
This tactile approach to design research has become central to my practice. The form studies act as a material library: a set of spatial instincts accumulated through repetition, that inform decisions in larger architectural and modelmaking projects.
Form Studies er en serie praktiske materialundersøkelser utført i modellverkstedene ved TU Delft. Primært arbeidende med leire, gips og skum utforsket studiene hvordan form fremkommer fra materiallogikk snarere enn fra forhåndsbestemt geometri.
Hver studie begynte med en begrensning — et spesifikt materiale, en spesifikk kraft, en spesifikk skala — og gikk videre gjennom produksjon snarere enn tegning. Resultatene registrerer et vokabular av former oppdaget gjennom prosessen: måten våt leire husker en hånd, måten gips stivner rundt luft, måten skum komprimerer og fjærer tilbake.
Denne taktile tilnærmingen til designforskning har blitt sentral for min praksis. Formstudiene fungerer som et materialbibliotek: et sett romlige instinkter akkumulert gjennom gjentagelse, som informerer beslutninger i større arkitektoniske og modellbyggingsprosjekter.
Form Studies é uma série de investigações materiais práticas realizadas nas oficinas de maquetes da TU Delft. Trabalhando principalmente com argila, gesso e espuma, os estudos exploraram como a forma emerge da lógica dos materiais em vez de geometrias predeterminadas.
Cada estudo começou com uma restrição — um material específico, uma força específica, uma escala específica — e prosseguiu pela fabricação em vez do desenho. Os resultados registram um vocabulário de formas descobertas pelo processo: a maneira como a argila úmida guarda a memória de uma mão, como o gesso endurece ao redor do ar, como a espuma comprime e se recupera.
Essa abordagem tátil à pesquisa de design tornou-se central em minha prática. Os estudos de forma funcionam como uma biblioteca material: um conjunto de instintos espaciais acumulados pela repetição, que informam decisões em projetos maiores de arquitetura e construção de maquetes.







